As coisas que nos fazem felizes são simples e relacionam-se, na sua maioria, com aquelas pequeníssimas questões que nos colocamos diariamente acerca de uma ou outra atitude que tomamos, se o efeito cumpre o objectivo da causa, enfim, fazermos o balanço e vermos que o dia foi um bom dia, mais uma batalha ganha.
Estes dias, se não inteiramente felizes, têm tido um acréscimo significativo dessas pequenas particularidades que nos contentam – se bem que gente como nós, habituada à adversidade, se contente com pouco, o que não é, de forma alguma, coisa saudável.
Pessoalmente noto com muita satisfação o “low profile” que a fanfarra tem adoptado estes últimos tempos, sem sombra de dúvidas fruto da visibilidade que esta luta tem adquirido. Sabemos, no entanto, ser esta situação passageira e que, mal as águas amainem, as coisas hão-de voltar ao que eram. Mas já é bom poder dormir e estar em casa às Sextas e Sábados, jantar em sossego e, real mordomia, podermos dormir às horas que quisermos. Não obstante, tivemos que apanhar com eles no Domingo à tarde, altura em que puderam experimentar todo o potencial do amplificador, numa atitude indubitavelmente provocadora mas á qual estamos habituados e que já não se reflecte de outra forma a não ser naquele mau estar provocado pelo súbito aumento da velocidade dos batimentos cardíacos e na obrigatoriedade – para aqueles que o podem – de pegar no carro e abalar para paragens mais civilizadas.
Depois, agrada-me contatar que a petição não caiu em saco roto e que foi entregue à vereação responsável que, confiamos, irá tomar as devidas providências.
Nada mau… para começar.